In uino, ueritas
Um petalhilha reagiu àquele meu primeiro post sobre Tarso Genro. E escreve: Depois vc fica bravo quando lhe chamam de reacioná… Depois vc fica bravo quando lhe chamam de reacionário.Ora, o Ministro Tarso Genro não fez nada demais, eu sou eleitor de partidos de esquerda e defendo que nossos mandatários possam interagir com as culturas […]
Depois vc fica bravo quando lhe chamam de reacioná… Depois vc fica bravo quando lhe chamam de reacionário.
Ora, o Ministro Tarso Genro não fez nada demais, eu sou eleitor de partidos de esquerda e defendo que nossos mandatários possam interagir com as culturas locais.
Se estivesse bebendo um vinho europeu, o Sr. não estaria apresentando as suas bazófias diárias que alimenta os seus “medianos” leitores.
Voltei
Huuummm. Se ele aparecesse tomando um vinho, desde que não fosse com o meu dinheiro, é claro que eu não pegaria no seu (dele) pé. Até porque, bobão, quando ele não está caçando seu voto “alternativo”, ele bebe mesmo é a água de Baco. E a razão é simples: o vinho resume a metafísica da nossa “cultura” — a ocidental, sabe cume? —, onde estão as disputas que contam. A bagana indígena e a regatinha da CUFA são apenas mistificações para engabelar politicamente corretos.
Quanto a meus leitores… Diga aí, bagual, está fazendo aqui o quê? Não resiste ao charme dos meus “medianos”? Ora, por que você não se junta aos “intelequituais” que infestam os blogs dos anões e mascates? Eles estão lá, desesperados, em busca de leitores. Daqui a pouco, as estatais que os financiam vão dizer: “Pô, pega mal. Como justificar o patrocínio?”.
E que besteira é essa de “vinho europeu”, ô cabeçudo? A história é um pouco mais antiga. Leia o Salmo 103, verso 15: “Vinum bonum laetificat cor hominis”: “O vinho que alegra o coração do homem”. Neste salmo, diga-se, recomenda-se que se “produza o feno para as alimárias”. Só para as alimárias. Não adianta salivar.







