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Gregório de Matos “homenageou” os mascates

Pô, de Gregório de Matos eu sou bom. Mesmo! Meus amigos sabem que sei de cor e salteado. Vejam esta da página 334 do livro citado abaixo — na verdade, o poema é longo: o trecho está nas páginas 336 e 337. DESCREVE COM MAIS INDIVIDUAÇÃO A FIDÚCIA, COM QUE OS ESTRANHOS SOBEM A ARRUINAR […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 19h42 - Publicado em 31 mar 2008, 01h11
Pô, de Gregório de Matos eu sou bom. Mesmo! Meus amigos sabem que sei de cor e salteado. Vejam esta da página 334 do livro citado abaixo — na verdade, o poema é longo: o trecho está nas páginas 336 e 337.

DESCREVE COM MAIS INDIVIDUAÇÃO A FIDÚCIA, COM QUE OS ESTRANHOS SOBEM A ARRUINAR SUA REPÚBLICA.

Senhora Dona Bahia,
nobre, e opulenta cidade,
madrasta dos Naturais,
e dos Estrangeiros madre.
(…)

Passa um ano, e outro ano,
esperando, que ele pague,
que uns lhe dão, para que junte,
e outros mais, para que engane.
Nunca paga, e sempre come,
e quer o triste Mascate,
que em fazer a sua estrela
o tenham por homem grande.
O que ele fez, foi furtar,
que isso faz qualquer bribante,
tudo o mais lhe fez a terra
sempre propícia aos infames
e eis aqui a personagem.
(…)
*
NOTA: “Bribante”, que não está no dicionário, é uma variante de “birbante”, que está lá: vadio, ladino, desonesto, velhaco, tratante, canalha…

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