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Reinaldo Azevedo

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GABEIRA: ATÉ AGORA, SILÊNCIO ELOQÜENTE

(leiam os dois posts anteriores) Falei há pouco com o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) sobre o caso Cesare Battisti. Não sei se notam: o silêncio de Gabeira a respeito tem sido dos mais eloqüentes. E, é fato, como fica claro na entrevista, o italiano parece forçar uma certa proximidade com o brasileiro. Gabeira foi procurado […]

Por Reinaldo Azevedo 29 jan 2009, 15h08 • Atualizado em 31 jul 2020, 18h15
  • (leiam os dois posts anteriores)
    Falei há pouco com o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) sobre o caso Cesare Battisti. Não sei se notam: o silêncio de Gabeira a respeito tem sido dos mais eloqüentes. E, é fato, como fica claro na entrevista, o italiano parece forçar uma certa proximidade com o brasileiro.

    Gabeira foi procurado por Battisti “umas três ou quatro vezes”, e o parlamentar lhe ofereceu “ajuda humanitária” e o aconselhou a se entregar. Battisti toma alguns remédios, e Gabeira atuou para que os medicamentos lhe chegassem às mãos. Mas sempre entendeu que caberia ao Supremo Tribunal Federal tomar uma decisão. Em entrevista concedida há tempos ao jornal O Globo, deixou claro que não havia ambiente político, na sociedade brasileira, para debater a concessão do refúgio. Auxílio humanitário nada tem a ver com identidade ideológica ou coisa parecida. Alguém poderia indagar: “Mas por que contato humanitário com essa gente?” Gabeira foi um exilado político e, em muitos momentos, contou, como diria Blanche DuBois, “com a ajuda de estranhos”. É compreensível. Mas reitero: não tem falado a respeito do caso agora.

    O deputado não tem qualquer relação, direta ou indireta, com a decisão de Tarso Genro. Aliás, ele é autor, junto com o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), de uma representação na OEA contra a deportação dos pugilistas cubanos, que foram miseravelmente entregues por Tarso à ditadura de Coma Andante Fidel Castro. Não é, como se vê, um bom conselheiro do ministro da Justiça, este Beccaria (para lembrar um “Cesare” de respeito) de Banânia.

    Ademais, Gabeira reconhece a Itália como um país plenamente democrático, onde vigora o estado de direito. E deplora especulações em sentido contrário.

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    Divirjo de Gabeira em vários assuntos, como sabem, mas respeito a sua atuação parlamentar e a forma como encara a representação política. Ele, de fato, assimilou o valor insubstituível da democracia.

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