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Empacado, PAC fica fora de propaganda oficial

Por Luciana Nunes Leal, no Estadão:A primeira campanha publicitária produzida para o governo federal pelas agências Propeg, Matisse e 141/Soho Square, que venceram licitação feita em janeiro, vai entrar em exibição na terça-feira. O trabalho, que consumirá R$ 40 milhões dos R$ 124 milhões reservados para a propaganda oficial neste ano, deixará de fora o […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 19h30 - Publicado em 17 Maio 2008, 06h37
Por Luciana Nunes Leal, no Estadão:
A primeira campanha publicitária produzida para o governo federal pelas agências Propeg, Matisse e 141/Soho Square, que venceram licitação feita em janeiro, vai entrar em exibição na terça-feira. O trabalho, que consumirá R$ 40 milhões dos R$ 124 milhões reservados para a propaganda oficial neste ano, deixará de fora o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal projeto do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Propulsor da ministra Dilma Rousseff como possível candidata à sucessão presidencial, o PAC ainda não tem o que mostrar. O entendimento é que o cidadão precisa ser informado de obras já avançadas e principalmente de realizações como geração de emprego e aumento da renda, que têm efeito prático na vida das pessoas. O PAC, por enquanto, é mais um conjunto de intenções, com várias obras sem projeto concluído nem licença ambiental ou data para começar.
A menos de cinco meses das eleições municipais, o governo fará durante dez dias inserções sobre um programa de âmbito nacional e, ao longo de junho, divulgará projetos federais específicos para cada Estado.
A idéia central é explicar ao espectador o mote usado na última campanha, “Mais Brasil para mais brasileiros”. Pesquisas de opinião mostraram que as pessoas não tinham entendido bem o significado do slogan. Por isso, o novo bordão será “Isso é mais Brasil para mais brasileiro” e várias propagandas regionais serão protagonizadas por pessoas com o sotaque local. Os programas estaduais estão em fase de elaboração. Um dos poucos concluídos é o de Minas, que apresentará o programa de agricultura familiar, as obras nas estradas federais e a ampliação dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets). O programa nacional terá 1 minuto de duração e os estaduais, 30 segundos.
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