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Em posse, salvadorenho diz se espelhar em Lula e Obama

Por Eduardo Scolese, na Folha: Ao tomar posse ontem na Presidência de El Salvador, Mauricio Funes confirmou a retomada das relações diplomáticas do país com Cuba. Eleito pela ex-guerrilha marxista FMLN (Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional), Funes fez uma ode à esquerda moderada citando o presidente dos EUA, Barack Obama, e o presidente Luiz […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 22h37 - Publicado em 2 jun 2009, 07h05

Por Eduardo Scolese, na Folha:

Ao tomar posse ontem na Presidência de El Salvador, Mauricio Funes confirmou a retomada das relações diplomáticas do país com Cuba.

Eleito pela ex-guerrilha marxista FMLN (Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional), Funes fez uma ode à esquerda moderada citando o presidente dos EUA, Barack Obama, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como exemplos de líderes que não significam “ameaça, mas um caminho novo e seguro”.

“Vivemos um tempo de crise de ideologias e falência de modelos”, disse o ex-jornalista da rede americana CNN, ante a notada ausência dos também esquerdistas Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Daniel Ortega (Nicarágua) -todos se dizem seguidores do “socialismo do século 21″.

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Chávez, que cancelou nos dois últimos dias seu programa de TV na Venezuela, não informou por que desistiu de comparecer à cerimônia. Morales alegou motivos de agenda.

Funes foi ovacionado quando fez o anúncio pró-Cuba, o ato final de 50 anos de isolamento diplomático da ilha na região. Agora, só os EUA, representados na plateia pela secretária de Estado, Hillary Clinton, não têm relações formais com o país comunista.

O reatamento diplomático com Cuba foi uma das promessas de Funes logo após a eleição na qual derrotou a Arena, partido de direita que governava o país desde 1989, ainda em meio à guerra civil que matou 75 mil pessoas entre 1980 e 1992.

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Funes há apenas dois anos filiou-se à FMLN , convertida em partido em 1992, quando um acordo da ONU colocou fim à guerra civil. Ele não pegou em armas, mas indicou um ex-guerrilheiro como vice.

A posse de Funes atraiu muita gente ao menor país da América Latina. Além do presidente Lula, compareceram a chilena Michelle Bachelet, o equatoriano Rafael Correa e o colombiano Álvaro Uribe.

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