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Começa reunião da OEA com lobby a favor da tirania cubana

No Estadão: Divididos, os 34 países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) preparavam-se ontem, em Honduras, para uma tensa reunião no qual devem decidir, entre hoje e amanhã, se anulam ou não a resolução que suspendeu Cuba do bloco, em 1962. Numa leve mudança de posição, o representante americano na OEA, Lewis Amselem, disse que […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 22h37 - Publicado em 2 jun 2009, 07h06

No Estadão:
Divididos, os 34 países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) preparavam-se ontem, em Honduras, para uma tensa reunião no qual devem decidir, entre hoje e amanhã, se anulam ou não a resolução que suspendeu Cuba do bloco, em 1962. Numa leve mudança de posição, o representante americano na OEA, Lewis Amselem, disse que os EUA estariam estudando a possibilidade de somar-se aos esforços de outros 26 países pela anulação da resolução – cujo argumento é que o regime comunista da ilha seria uma ameaça à região.

Os EUA, porém, não abriram mão da exigência de que Havana cumpra os princípios democráticos da OEA – contidos em cláusulas aprovadas nos anos 90 – antes de ser reincorporada ao bloco. “(Nosso apoio) não quer dizer que Cuba voltará automaticamente (à OEA)”, afirmou Amselem, na cidade de San Pedro Sula. “Aqui só vai começar um processo que deve ser guiado por princípios e valores da organização.”

Grupos de trabalho formados por representantes dos 34 países da OEA reuniram-se ontem, mas não chegaram a um consenso sobre uma resolução para revogar a suspensão de Cuba e deixaram a decisão para os chanceleres, que se reúnem hoje na 39ª Assembleia-Geral. Críticas feitas ao bloco por presidentes que defendem a reintegração sem precondições de Cuba davam a medida das dificuldades para se alcançar um acordo.

Alguns chegaram a falar em dissolver a organização. “Ou (a OEA) se reforma, ou se retira”, disse o presidente de Honduras, Manuel Zelaya.”A OEA perdeu sua razão de ser”, emendou o equatoriano Rafael Correa. “É preciso transformar o Grupo do Rio numa nova organização de Estados latino-americanos e deixar que a OEA acabe sozinha.”

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