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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

CHEGA!!! ATÉ QUANDO CERTA IMPRENSA VAI INSISTIR EM DIZER A VERDADE??? OU: O NAVIO APEDEUTA DO APEDEUTA

Assim não é possível! Até quando certa imprensa vai insistir em dizer a verdade? A VEJA desta semana volta a exibir isso que já parece uma tara: o amor pelos fatos. Que coisa! Vejam que história edificante esta que segue, relatada por Malu Gaspar: o primeiro petroleiro nacional encalhou. É no que dá trocar as […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 10h57 - Publicado em 29 ago 2011, 06h31

Assim não é possível! Até quando certa imprensa vai insistir em dizer a verdade? A VEJA desta semana volta a exibir isso que já parece uma tara: o amor pelos fatos. Que coisa! Vejam que história edificante esta que segue, relatada por Malu Gaspar: o primeiro petroleiro nacional encalhou. É no que dá trocar as leis do mercado pela ideologia. Leiam trecho da reportagem.

Lula e o navio João Cândido, de casco apedeuta (hehe), em foto de Ricardo Stuckert

Lula e o navio João Cândido, de casco apedeuta (hehe), em foto de Ricardo Stuckert

A foto acima, de 7 de maio de 2010, retrata uma cena explorada à exaustão na campanha de Dilma Rousseff. Com pompa e circunstância, o então presidente Lula, com Dilma no palanque, exibia no Porto de Suape, em Pernambuco, o primeiro navio petroleiro construído no Brasil em catorze anos. Tudo teatro eleitoral. Tão logo a platéia se foi, a embarcação voltou ao estaleiro e de lá nunca mais saiu. O que poucos sabiam até agora é que o vistoso casco do João Cândido – um portento planejado para transportar 1 milhão de barris de petróleo através dos continentes e que custou à Petrobras 336 milhões de reais (o dobro do valor de mercado) – escondia soldas defeituosas e tubulações que mal se encaixavam. Corria o risco de desfazer-se em alto-mar. Concebido para ser o primeiro de uma série de 41 navios, símbolo do renascimento da indústria naval, o petroleiro precisou ser parcialmente refeito. O término da reforma está prometido para as próximas semanas, mas técnicos ouvidos por VEJA afirmam que, dado o histórico de trapalhadas, o calendário pode atrasar.

O João Cândido é o epítome da estratégia petista de privilegiar a todo custo mão-de-obra e fornecedores brasileiros como forma de fomentar os setores petrolífero e naval – a tal política do conteúdo nacional. De acordo com ela, no caso da construção de um navio, pelo menos 65% do valor final deve ser gasto no país. Trata-se de uma regra que despreza a inteligência e o bom uso do dinheiro público, como bem ilustra o episódio do João Cândido.

Leia a íntegra na revista.

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