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Reinaldo Azevedo

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Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Alvos de processos usam eleição como refúgio

Por João Domingos, no Estadão:O eleitor pode negar o voto e evitar que tal fato ocorra, mas já estão em fase adiantada as articulações de pessoas com problemas na Justiça que pretendem concorrer às eleições do ano que vem para conquistar imunidade e foro privilegiado. Devem disputar por diferentes partidos, mas, no fundo, é como […]

Por Reinaldo Azevedo 10 Maio 2009, 05h43 • Atualizado em 5 jun 2024, 18h34
  • Por João Domingos, no Estadão:
    O eleitor pode negar o voto e evitar que tal fato ocorra, mas já estão em fase adiantada as articulações de pessoas com problemas na Justiça que pretendem concorrer às eleições do ano que vem para conquistar imunidade e foro privilegiado. Devem disputar por diferentes partidos, mas, no fundo, é como se pertencessem a um só, um hipotético “PI”, Partido da Imunidade/Impunidade.
    Entre os que se encontram nesta situação e que já manifestaram a clara intenção de se candidatar à Câmara dos Deputados ou ao Senado estão Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, o casal Estevam e Sonia Hernandes, dirigentes da Igreja Renascer, o delegado Protógenes Queiroz, que comandou a Operação Satiagraha, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PMDB) e o ex-deputado cassado Juvenil Alves (PRTB-MG).
    Caso a Câmara adote a ideia – cada vez mais difundida nos bastidores – de conceder anistia aos ex-deputados José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Pedro Correa (PP-PE), cassados por envolvimento no escândalo do mensalão, eles também deverão concorrer no ano que vem.
    Desse modo, as próximas eleições prometem ser animadas, se bem que com perspectivas bastante pessimistas quanto à possibilidade de melhora na imagem do Parlamento.
    “Infelizmente, essa é a realidade. Temos hoje os candidatos habeas corpus. É uma tendência que mostra o quão frágil é a política”, disse o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), integrante de um grupo suprapartidário que trabalha pelo resgate da ética na política. “A lógica não é a da representação popular, mas a de aliviar situações, como se o Congresso Nacional fosse um santuário para aqueles que têm contas a acertar com a Justiça”, afirma ele. Jungmann opina que, desse jeito, a candidatura de integrantes do “PI” faz com que a reforma política se torne cada vez mais urgente.
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