A cascata sobre o aval do IPT. E o homem da Propaganda
Duas notas do Painel de hoje, da Folha desta quinta: Miragem – Citado extra-oficialmente pelo governo federal como prova de que Congonhas estaria em plenas condições de funcionamento, o laudo do IPT sobre a pista principal do aeroporto não existe. O instituto, ligado à USP, emitiu dois laudos sobre a pista auxiliar -o terceiro está […]
Miragem – Citado extra-oficialmente pelo governo federal como prova de que Congonhas estaria em plenas condições de funcionamento, o laudo do IPT sobre a pista principal do aeroporto não existe. O instituto, ligado à USP, emitiu dois laudos sobre a pista auxiliar -o terceiro está previsto para hoje. Os relativos à pista principal, onde ocorreu o acidente com o Airbus da TAM, devem sair nos dias 27 deste mês, 7 e 17 de agosto.Nenhum desses documentos trata ou tratará dos chamados “groovings” -ranhuras cuja ausência facilita derrapagens- nem têm caráter “deliberativo”. Em texto redigido ontem para desfazer a confusão, o IPT explica que seu contrato com a Infraero prevê a auditagem de itens como a composição do asfalto, e não “emitir uma liberação formal da pista”.
Digitais. O Palácio dos Bandeirantes enxerga o ministro Franklin Martins (Comunicação) na origem da história segundo a qual um laudo do IPT teria “liberado” a pista principal de Congonhas. “Estão tentando empurrar o problema para São Paulo”, afirma o vice Alberto Goldman.







