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STF manda PF interrogar Weintraub sobre ataque à Corte

‘Manifestação revela-se gravíssima, pois, não só atinge a honorabilidade e constituiu ameaça ilegal à segurança dos ministros do Supremo’, diz Moraes

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Mariana Muniz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 Maio 2020, 18h17 • Atualizado em 26 Maio 2020, 18h53
  • O ministro Alexandre de Moraes expediu ordem para que a Polícia Federal interrogue, no âmbito do inquérito que investiga ataques ao STF, o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

    O ministro dá prazo de cinco dias para que a polícia colha esclarecimentos do ministro para frase proferida na reunião de 22 de abril: “Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF.”

    “A manifestação do Ministro da Educação revela-se gravíssima, pois, não só atinge a honorabilidade e constituiu ameaça ilegal à segurança dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, como também reveste-se de claro intuito de lesar a independência do Poder Judiciário e a manutenção do Estado de Direito, notadamente o trecho que aqui destaco: ‘Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF'”, diz Moraes no despacho.

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    Segundo o ministro, os ataques de Weintraub na reunião ministerial são enquadrados na Lei de Segurança Nacional: “Indícios da prática dos delitos tipificáveis nos arts. 139 e 140 do Código Penal, bem como nos arts. 18, 22, 23 e 26 da Lei 7.170/1983”.

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    Moares determina “que Abraham Weintraub, atualmente exercendo o cargo de Ministro da Educação, seja ouvido pela Polícia Federal, no prazo máximo de 5 (cinco) dias para prestar esclarecimentos sobre a manifestação acima destacada”.

    O ministro também pede que a PGR seja ouvida: “Dê-se imediata ciência ao procurador-Geral da República, para que, se entender necessário, acompanhe o depoimento; bem como para que se manifeste em relação as providências cabíveis para o prosseguimento da investigação.”

    Nesta terça, o Radar mostra que os ministros do Supremo, liderados por Luis Fux, discutiam uma forma de reagir ao ministro que pregou a prisão dos integrantes da Corte em pleno Palácio do Planalto. A ideia de uma ação coletiva foi posta na mesa, mas outros ministros defendiam que o tribunal aguardasse que o próprio Jair Bolsonaro decidisse o futuro do ministro aloprado.

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    Assista novamente a atuação de Weintraub na reunião:

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