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Um BC em busca da credibilidade arranhada

A ata da última reunião do Copom, divulgada hoje, mostrou o BC em outro diapasão – novamente, aliás. No texto, transparece um BC inquieto com a inflação, num tom semelhante ao expressado pela maioria do “mercado”, essa entidade tão desdenhada pelos desenvolvimentistas do governo. Aparentemente, Alexandre Tombini jogou para o espaço a temporada de tolerância […]

Por Redação 28 abr 2011, 16h41 • Atualizado em 31 jul 2020, 12h09
  • A ata da última reunião do Copom, divulgada hoje, mostrou o BC em outro diapasão – novamente, aliás. No texto, transparece um BC inquieto com a inflação, num tom semelhante ao expressado pela maioria do “mercado”, essa entidade tão desdenhada pelos desenvolvimentistas do governo.

    Aparentemente, Alexandre Tombini jogou para o espaço a temporada de tolerância com a tese do “um pouquinho mais de inflação não faz mal”.

    Em resumo, como avalia um economista que prima pelo bom senso, a ata “minimiza o papel das chamadas medidas macroprudenciais e acentua o papel da taxa de juros”. Mais: o BC dá a entender que haverá um ciclo longo de altas da Selic, ainda que a um ritmo menor.

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