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Sob pressão, Motta quer deputado de centro como relator da CPMI do INSS

Presidente da Câmara tenta evitar que comissão vire palco para governo ser achincalhado, sem, no entanto, aparentar blindagem a Lula

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 jun 2025, 18h01 •
  • Pressionado para decidir sobre a relatoria da CPMI do INSS, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a senadores que está entre três nomes para o posto – um deles é o de Elmar Nascimento (União Brasil-BA). A decisão, porém, não deve ser tomada no “afogadilho”, relatou o paraibano aos parlamentares.

    Um dos participantes dessa conversa foi o senador Omar Aziz (PSD-AM), cotadíssimo para presidir os trabalhos da comissão mista de inquérito. Motta tem revelado sua preferência por um deputado de centro, apesar da ofensiva da oposição para emplacar o responsável pela missão.

    Também esta semana, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), chegou a argumentar com Motta que, por definição dos regimentos das Casas e do Congresso, CPIs e CPMIs são instrumentos da minoria, em uma tentativa de persuadi-lo a ceder a relatoria à sigla de Jair Bolsonaro.

    O Radar mostrou que, pensando que teriam essa prerrogativa, dois deputados do Partido Liberal que se apresentam como idealizadores da CPMI, Coronel Chrisóstomo (RO) e Coronel Fernanda (SP), disputavam, nos bastidores, quem relataria a investigação parlamentar. Foi em vão, e o argumento do líder da legenda não colou. 

    Sóstenes, então, sugeriu ao paraibano o nome de Mendonça Filho (União Brasil-PE) – um deputado considerado “isento”. Motta ouviu a recomendação sem se manifestar.

    O presidente da Câmara pretende evitar que a comissão sobre corrupção no INSS vire palco para os opositores achincalharem o governo Lula. Por outro lado, também não simpatiza com a possibilidade de escalar um governista para o cargo. O objetivo é garantir que o colegiado tenha liberdade para investigar e não seja usado como ferramenta para blindar o Executivo.

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