Reformas ficam em segundo plano na agenda dos chefes do Congresso
Pacto de intenções divulgado por Pacheco e Lira sinaliza vagamente ao 'diálogo' sobre 'pautas de reativação da atividade econômica'
Com sete parágrafos, a declaração conjunta dos chefes do Congresso a Jair Bolsonaro mostrou foco ao citar a oferta de vacina contra o coronavírus e o retorno do auxílio emergencial como prioridades de atuação das Casas neste momento.
A surpresa no texto, no entanto, ficou no que ele não disse. As reformas de Paulo Guedes não mereceram uma linha sequer.
Rodrigo Pacheco e Arthur Lira limitaram-se a avisar que estarão abertos ao diálogo para “discutir pautas de reativação da atividade econômica com o Poder Executivo, com a equipe econômica e com todos aqueles que queiram contribuir”.
Certamente não era esse tipo de compromisso vago que Guedes e seu time sonhavam ao vislumbrar uma vitória aliada do governo nas eleições do Senado e da Câmara.
Durante a campanha, tanto Pacheco quanto Lira revelaram preocupação com as agendas de Guedes, verdade seja dita. Eles também falaram nesta quarta, pela manhã, sobre a disposição de tornar a tramitação das matérias prioritária nas duas Casas. No texto a Bolsonaro é que devem ter esquecido de incluí-las nesse primeiro momento.
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