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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Prefeitos cobram Anvisa e Saúde por teste de Covid-19 em casa

Kit com seria vendido em farmácias e o exame feito pelos próprios pacientes; variante Ômicron acelerou contágios e faltam testes em várias capitais

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 13 jan 2022, 16h05 - Publicado em 13 jan 2022, 13h42

A Frente Nacional de Prefeitos enviou um ofício nesta quinta ao Ministério da Saúde e à Anvisa pedindo a liberação da comercialização no Brasil dos chamados autotestes de Cpvod-19, que são os testes rápidos de detecção da doença com base no antígeno produzido pelo paciente. São os mesmos que são aplicados em farmácias pelo país. Atualmente, a Anvisa não autoriza a comercialização desses testes, que só podem ser aplicados nas drogarias por um farmacêutico.

Em alguns países da Europa, como no Reino Unido, a possibilidade de o cidadão comprar o kit do exame e aplicar teste em si na sua casa já existe. O aumento dos contágios provocado pela circulação da variante Ômicron do novo coronavírus fez disparar a procura por testes rápidos em drogarias em várias capitais brasileiras.

Segundo os prefeitos, o autoteste permitiria um controle maior das transmissões, já que em tese mais gente teria acesso à testagem e mais cedo os que derem positivo se colocariam em quarentena. De acordo com os prefeitos, o teste do antígeno coletado na secreção nasal é atualmente “a única forma amplamente disponível para a identificação dos indivíduos infectados”.

 

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