O esquema dos ‘acarajés quentinhos’
Documentos da Lava-Jato mostram que os funcionários do grupo Odebrecht realmente sentiam muita fome. Em uma troca de e-mails datada de 2013, Roberto Prisco solicitava a Hilberto Mascarenhas, diretor do grupo – a quem chama de “tio” –, a entrega de acarajés. Chega a mencionar a possibilidade de 50 dos 500 quitutes que tinha a receber […]
Documentos da Lava-Jato mostram que os funcionários do grupo Odebrecht realmente sentiam muita fome.
Em uma troca de e-mails datada de 2013, Roberto Prisco solicitava a Hilberto Mascarenhas, diretor do grupo – a quem chama de “tio” –, a entrega de acarajés. Chega a mencionar a possibilidade de 50 dos 500 quitutes que tinha a receber do executivo e questionar se há uma baiana de confiança, com a qual ela possa “comprar” a encomenda no Rio de Janeiro.
Numa das mensagens, é a secretária Maria Lúcia Tavares quem assegura a qualidade da entrega: “Seus acarajés chegaram quentinhos”.
Eles não são investigados pelo pecado da gula. Segundo procuradores, o termo “acarajé”, que batiza a 23ª fase da operação, dizia respeito a propina.
(Atualizada às 15h15 para retificar a informação de que Roberto Prisco era funcionário da Braskem na época da troca de e-mails. De acordo com a petroquímica, o executivo integrou seu quadro de funcionários até 2010, quando foi transferido para outra empresa do grupo Odebrecht.)

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