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Por Robson Bonin
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Ministérios ligados a atividades agropecuárias vão dividir o mesmo prédio

As pastas da Agricultura e Pecuária, Pesca e Aquicultura e Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar ocuparão a mesma sede na Esplanada

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 5 jan 2023, 10h41 - Publicado em 5 jan 2023, 10h36

Os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, Pesca e Aquiculutra, André de Paula e Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, definiram nesta quarta que as três pastas ocuparão o mesmo prédio na Esplanada dos Ministérios. 

No governo anterior, as atribuições eram acumuladas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Mesmo desmembradas, por tratar de temas correlatos, as pastas vão dividir a antiga sede do Mapa. 

“Cada um de nós estará focado nas prioridades de sua pasta, mas sempre trabalhando em sintonia, buscando a transversalidade para o melhor desenvolvimento das ações. E essa proximidade entre as equipes é muito salutar para um trabalho eficiente e alinhado nas diferentes esferas”, avaliou Carlos Fávaro. 

No governo de Jair Bolsonaro, o país conquistou recordes de exportação para o agronegócio, em especial, na venda de grãos e proteína animal. Em 2022, foram mais de 43 milhões de toneladas de milho exportadas, o maior número alcançado pela comercialização do cereal. A receita da exportação de soja cresceu 20,8%. 

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Por outro lado, entidades de alguns setores do campo reclamam da falta de políticas públicas durante a gestão da ex-ministra Tereza Cristina. Na cerimônia de transmissão de posse, o ministro Paulo Teixeira indicou a volta do Plano Safra, que fomenta a atividade agrícola, específico para a agricultura familiar. No governo Bolsonaro, o programa foi unificado.

“Permite uma agricultura que tem outra preocupação, que produz alimentos para a população brasileira. A outra é mais visada às commodities. Ter mais ministérios não é um gasto a mais. Pelo contrário, é para ter mais eficiência, ajudar o desenvolvimento do campo como um todo”, disse ao Radar o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Aristides Santos.

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