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Mérito Legislativo 1

A Câmara mede seus preferidos com a régua de seus 513 deputados. Só isso explica a escolha de algumas figuras que receberão a Medalha do Mérito Legislativo, maior honraria concedida pela Casa. As indicações são feitas pelo presidente, pelos membros da Mesa Diretora ou líderes. Fernando Haddad, como professor e doutor da USP, claro, e […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 nov 2012, 08h32 • Atualizado em 31 jul 2020, 07h23
  • Haddad terá que mudar um dos secretários mais próximos a ele

    Haddad: condecorado

    A Câmara mede seus preferidos com a régua de seus 513 deputados. Só isso explica a escolha de algumas figuras que receberão a Medalha do Mérito Legislativo, maior honraria concedida pela Casa. As indicações são feitas pelo presidente, pelos membros da Mesa Diretora ou líderes.

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    Fernando Haddad, como professor e doutor da USP, claro, e não por ser o escolhido de Lula para a prefeitura de São Paulo, está entre os que serão homenageados hoje. Estará ao lado do correligionário Jaques Wagner. A lista tem ainda lideranças ilustres, como Eduardo Lopes, suplente de Marcelo Crivella, e José Thomaz Nonô.

    Também sairão com a medalhinha no peito Tadeu Filippelli, aquele mesmo que foi secretário de Joquim Roriz, depois se aliou a José Roberto Arruda e agora, obviamente, é vice-governador de Agnelo Queiroz. Kátia Abreu é outra que merece, na avaliação da Câmara, assim como, de Minas, Antônio Anastasia e Arlindo Porto Neto, presidente da Cemig.

    Aliás, entre empresários há um representante da Odebrecht, empreiteira que mais recebeu recursos federais em 2012. É Cláudio Melo Filho, vice-presidente de Relações Políticas e Institucionais, como o nome diz, cargo responsável por fazer o meio de campo entre a empresa e os políticos.

    A turma da religião – eclética – vem de: “Sua reverência Pastor Paulo Alves Corrêa, presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério de Santos”, como diz a relação oficial da Câmara; e outras “sua reverência”, como o pastor Samuel Ferreira, presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Brás; o Padre Rosalvino Morán Viñayo; e a Mãe Beata de Iemanjá Beatriz Moreira Costa.

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