Mensalinho arquivado
Roberto Gurgel decidiu arquivar a denúncia contra Randolfe Rodrigues e João Capiberibe de participação num esquema de pagamento de propina aos deputados estaduais do Amapá, no final de 1999, o chamado mensalinho do Amapá. Autor da denúncia, o presidente da Assembleia Legislativa à época, Fran Junior, acusou o então governador Capiberibe de molhar as mãos […]
Roberto Gurgel decidiu arquivar a denúncia contra Randolfe Rodrigues e João Capiberibe de participação num esquema de pagamento de propina aos deputados estaduais do Amapá, no final de 1999, o chamado mensalinho do Amapá.
Autor da denúncia, o presidente da Assembleia Legislativa à época, Fran Junior, acusou o então governador Capiberibe de molhar as mãos dos parlamentares da base aliada, entre eles Randolfe.
Em troca do agrado, os deputados votavam com o governo – isso mesmo, exatamente nos mesmos moldes do mensalão petista (Saiba mais em: Quem dera). A bomba foi enviada à presidência do Senado, que a encaminhou à PGR, no início deste ano.
Ao analisar supostos contracheques referentes ao pagamento do suborno – 20 000 reais mensais, segundo a acusação – Gurgel ponderou não ser crível que um parlamentar comprado assine um recibo e concluiu que os tais documentos são falsos.

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