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Frases de Marçal sobre mulheres viram munição para campanha de adversário

O prefeito Ricardo Nunes vai lançar nesta terça um vídeo contra o candidato do PRTB

Por Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 3 out 2024, 18h48 - Publicado em 1 out 2024, 13h15

Um dia depois de Pablo Marçal afirmar no debate do UOL/Folha que “a mulher não vota em mulher, mulher é inteligente”, a campanha do prefeito Ricardo Nunes (MDB) vai veicular nesta terça-feira uma peça publicitária contendo a declaração machista do adversário. O objetivo é explorar a alta rejeição do candidato do PRTB entre as mulheres, identificada por pesquisas eleitorais.

Veja o vídeo a seguir:

“Você acha normal o que o Marçal pensa sobre as mulheres? Então presta atenção”, diz uma narradora no começo da peça. Na sequência, o vídeo reproduz o trecho de uma fala do ex-coach em que ele diz o seguinte: “Ideologia, a mulher tem um crânio menor que o do homem. Então tem que rachar seu crânio e colocar um extensor nele pra ele ficar igual”.

“Achou pesado? Então olha mais esse preconceito”, prossegue a narradora, apresentando o trecho da fala de Marçal sobre mulher não votar em mulher.

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A declaração explorada por Nunes foi direcionada a Tabata Amaral (PSB). O ex-coach cobrou dos outros candidatos que citassem versículos bíblicos e ela então sugeriu que ele estaria “instrumentalizando” a religião. Em resposta, Marçal disse que a deputada federal não entendia do assunto, e por isso atacou o tema, e que é a candidata com a sabedoria mais baixa.

“Ela é a mais inteligente, só que a sabedoria dela é a mais baixa. A sabedoria envolve a experiência. E o fato de ela ficar esbravejando aqui como se fosse a tia do colégio aqui entre nós, ela quer provar pra você que é mulher. Tabata, se mulher votasse em mulher, você iria ganhar no primeiro turno. A mulher não vota em mulher, mulher é inteligente. Se fosse assim, pobre ia votar em pobre, negro ia votar em negro”, afirmou.

Na conclusão da peça de campanha, a narradora questiona “como um candidato que pensa isso das mulheres vai cuidar de nós, que somos maioria em São Paulo?”. “Preconceito? Aqui não. Não merece meu voto!”, conclui.

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