Fiemg pede exclusão de incentivos a térmicas de PL das eólicas offshore
Indústria mineira diz que “jabutis” em projeto no Senado vão resultar em custo extra de R$ 18 bilhões por ano nas contas de energia até 2050
A Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e entidades sindicais de trabalhadores da indústria estão pedindo para senadores excluírem do projeto das eólicas offshore os incentivos a termelétricas a carvão mineral e a gás natural.
A obrigação de contratar energia dessas usinas, argumentam, representa um custo adicional aos consumidores de energia elétrica de cerca de 18 bilhões de reais por ano até 2050.
No documento, a Fiemg e as entidades sindicais afirmam que as termelétricas a carvão mineral e a gás natural emitem, respectivamente, 34 e 20 vezes mais gases de efeito estufa do que as hidrelétricas.
“O Brasil é signatário do Acordo de Paris, que se comprometeu a atingir a neutralidade climática em 2050. O correto é substituir todas as termelétricas por fontes renováveis para se tornar um país com a matriz elétrica 100% renovável”, afirma o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe.
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