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Família Secco enrolada

O Ministério Público do Rio de Janeiro acaba de divulgar os motivos que levaram à denúncia contra a atriz Deborah Secco por improbidade administrativa. O MP descobriu que duas empresas fantasmas, envolvidas num esquema de desvio de recursos do estado para a pré-campanha de Anthony Garotinho à presidência em 2006, fizeram depósitos de 158 000 […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 mar 2010, 17h49 • Atualizado em 31 jul 2020, 15h48
  • O Ministério Público do Rio de Janeiro acaba de divulgar os motivos que levaram à denúncia contra a atriz Deborah Secco por improbidade administrativa. O MP descobriu que duas empresas fantasmas, envolvidas num esquema de desvio de recursos do estado para a pré-campanha de Anthony Garotinho à presidência em 2006, fizeram depósitos de 158 000 reais na conta da atriz. O pai de Deborah, Ricardo Secco, é apontado como um dos idealizadores do esquema de Garotinho.

    Deborah e o pai não foram os únicos da família Secco a serem denunciados. A mulher de Ricardo, Angelina, a ex-mulher, Silvia, e os irmão de Deborah, Bárbara e Ricardo Filho, também receberam dinheiro de empresas fantasmas. A empresa que os três irmãos têm em sociedade, a Luz Produções Artísticas Ltda, é outra beneficiária dos depósitos. No total, segundo o MP, os Secco receberam 1,06 milhão de reais do esquema.

    Segundo a denúncia do Ministério Público o governo de Rosinha Garotinho entregava serviços de órgãos estatais para empresas que, por sua vez, subcontratavam as fantasmas para repassar parte do dinheiro recebido para o comitê do PMDB. Só as duas empresas que fizeram depósitos para a família Secco – a Emprim e a Inconsul – receberam do estado 30 milhões de reais e declararam ter doado para a campanha de Garotinho 350 000 reais.

    (Atualização às 20h46: A pedido do MP, a 3ª Vara de Fazenda determinou ainda o bloqueio de bens de Rosinha, Garotinho e toda a família de Déborah Secco.)

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