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Exército abre caixa-preta do controle de armas no país

Ao TCU, instituição forneceu dados que revelam um cenário desolador no serviço que deveria controlar material bélico no país

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 9 Maio 2024, 20h20 - Publicado em 3 nov 2023, 06h01

O Exército abriu recentemente ao TCU a caixa-preta do controle de armas no país. Os dados – de Michel Temer a Jair Bolsonaro – não deixam dúvidas: o sistema é feito para não funcionar. Até hoje, diz o Exército, o governo não tem um único servidor dedicado exclusivamente ao controle de armas. Beira ao improviso.

A fiscalização da venda e uso de armas é feita, informou o Exército à Corte de Contas, no modelo “multitarefa”. Um militar para centenas de atribuições diferentes. “É como se o mesmo militar fosse encarregado de combater o crime na fronteira do Acre e do Paraná ao mesmo tempo”, diz um interlocutor do Exército.

Em nota, a força armada diz que o Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados (SisFPC) emprega aproximadamente 2.200 servidores, em 220 Organizações Militares (OMs), sob coordenação das 12 Regiões Militares (RMs).

“Há mais de 120 processos finalísticos e 80 processos gerenciais (no SisFPC). Cada um desses processos possui um ritual distinto, que requer análise detalhada da solicitação por parte dos homens e mulheres que integram o Sistema. Não é viável, portanto, que existam militares alocados para cada um dos processos existentes”, afirma o Exército.

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