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Escola petista

A estratégia de Jaqueline Roriz de afirmar que o dinheiro que embolsou de Durval Barbosa era caixa dois da campanha de 2006, quando ainda era deputada distrital, repete a usada pelo PT no escândalo do mensalão: tentar diminuir uma acusação gravíssima, desvio de dinheiro público, por um crime por outra de menor potencial ofensivo e […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 mar 2011, 08h41 • Atualizado em 31 jul 2020, 12h35
  • A estratégia de Jaqueline Roriz de afirmar que o dinheiro que embolsou de Durval Barbosa era caixa dois da campanha de 2006, quando ainda era deputada distrital, repete a usada pelo PT no escândalo do mensalão: tentar diminuir uma acusação gravíssima, desvio de dinheiro público, por um crime por outra de menor potencial ofensivo e sem qualquer repercussão na esfera eleitoral, já que se referia a um mandato que ela já completou.

    Na nota em que anunciou sua licença da Câmara dos Deputados por “motivos médicos”, Jaqueline usou até a célebre expressão cunhada por Delúbio Soares: recursos não contabilizados.

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