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Eike abraça o dinheiro chinês

Eike Batista viajou na sexta-feira para a China e hoje selou com a gigante Wuhan Iron and Steel Group (Wisco) dois negócios graúdos. Primeiro, vendeu 21,5% da MMX para os chineses por 400 milhões de dólares. E fechou o acordo para a construção e operação com a Wisco de uma usina siderúrgica no Porto do […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 nov 2009, 10h49 • Atualizado em 31 jul 2020, 16h19
  • Eike Batista viajou na sexta-feira para a China e hoje selou com a gigante Wuhan Iron and Steel Group (Wisco) dois negócios graúdos. Primeiro, vendeu 21,5% da MMX para os chineses por 400 milhões de dólares. E fechou o acordo para a construção e operação com a Wisco de uma usina siderúrgica no Porto do Açu, que a MMX ergue no Rio de Janeiro. Eike será minoritário na siderúrgica: os chineses deterão 70% da empresa. A previsão é de uma produção anual de 5 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos.

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