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Eduardo reage a Gonet e pede que EUA atinjam ‘Moraes e sua quadrilha’

Filho de Jair Bolsonaro afirma crer que Donald Trump e Marco Rubio seguirão adiante com sanções ao procurador-geral e ao ministro do STF

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 Maio 2025, 17h22 • Atualizado em 26 Maio 2025, 17h27
  • O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro reagiu ao pedido da Procuradoria-Geral da República para o STF abrir um inquérito contra ele afirmando, em vídeo nas redes sociais, que o governo dos Estados Unidos tem uma “chance de ouro” de atingir o ministro Alexandre de Moraes “e a sua quadrilha tirânica com punições exemplares”.

    “Esse inquérito consolida o ponto de não retorno. Não creio que o secretário de Estado Marco Rubio e o presidente Donald Trump irão acolher a narrativa da esquerda, desistindo de sancionar os maiores violadores de direitos humanos da história do Brasil”, diz o filho de Jair Bolsonaro na gravação.

    No pedido que levou Moraes a decidir pela abertura de inquérito, Gonet argumentou que Eduardo Bolsonaro atuaria de modo a tentar coagir investigadores na esteira da ação que pode condenar seu pai e outros réus por diferentes crimes.

    “Desde o início do ano, o deputado federal Eduardo Bolsonaro vem, reiterada e publicamente, afirmando que está se dedicando a conseguir do governo dos Estados Unidos a imposição de sanções contra integrantes do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal”, diz o procurador-geral no pedido de 13 páginas.

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    “Os eventos narrados apontam, em suma, para a figura penal da coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal), do embaraço à investigação de infração penal que envolva organização criminosa (art. 2º, § 1º, da Lei n. 12.850/2013), não sendo de se excluir a pertinência do tipo descrito no art. 359-L do Código Penal. Há, portanto, elementos suficientes para a instauração de inquérito”, segue Gonet.

    No pedido, o procurador-geral menciona postagens em redes sociais e entrevistas a veículos de imprensa dadas por Eduardo.

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    “Há um manifesto tom intimidatório para os que atuam como agentes públicos, de investigação e de acusação, bem como para os julgadores na Ação Penal, percebendo-se o propósito de providência imprópria contra o que o sr. Eduardo Bolsonaro parece crer ser uma provável condenação”, aponta a PGR.

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