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Dinheiro para ataque a Moraes saiu do “pessoal do agronegócio”, diz Cid

Sacola de vinho com dinheiro vivo foi entregue por Braga Netto numa reunião "no Palácio do Planalto ou da Alvorada", disse o delator

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 14 dez 2024, 11h20 - Publicado em 14 dez 2024, 11h04

O relatório da Polícia Federal que fundamenta a prisão de Walter Braga Netto por obstrução de justiça revela o conteúdo de um depoimento de Mauro Cid em que ele diz ter ouvido do general que o dinheiro para financiar um ataque a Alexandre de Moraes, a operação “Copa 2022”, foi dado a ele em uma sacola de vinho pelo general. Segundo Cid, Braga Netto teria revelado que os recursos para financiar a ação criminosa teriam sido providos pelo “pessoal do agronegócio”.

Cid revela que o dinheiro foi entregue numa reunião “no Palácio do Planalto ou da Alvorada”. “O general Braga Netto entregou o dinheiro que havia sido solicitado para a operação. O dinheiro foi entregue numa sacola de vinho. O general Braga Netto afirmou à época que o dinheiro havia sido obtido junto ao pessoal do agronegócio”, disse Cid.

As revelações do delator ocorreram em um depoimento em que Cid mudou informações que havia prestado sobre Braga Netto e a trama golpista. A postura do delator, diz a PF foi motivada por conversas de Braga Netto com os pais dele, o que resultou na aparente blindagem do general nos depoimentos. O general foi preso neste sábado no Rio de Janeiro.

“Sob outro aspecto, a mudança substancial nos relatos d o colaborador em relação a participação do general BRAGA NETTO nos fatos investigados, notadamente a omissão quanto a atuação do indiciado como principal elo de financiamento do evento “copa 2022″, indica que as ações de obstrução surtiram o efeito pretendido pela organização criminosa, na medida em que retardaram a identificação de fatos relevantes ao contexto investigativo”, diz a PF.

“Assim, todos os elementos de prova identificados pela investigação demonstram a atuação efetiva do indiciado BRAGA NETTO
na coordenação das ações clandestinas que visavam prender/executar o ministro Alexandre de Moraes e nas ações contra os candidatos eleitos na eleição de 2022″, segue a PF.

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