Demitido por Bolsonaro, Canuto agora tem uma bomba nas mãos
Ex-ministro virou presidente do Dataprev, alvo central de investigações da PF e do TCU por corrupção em contratos de TI no governo
Tirado do comando do Ministério do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto foi instalado na presidência do Dataprev.
Uma força-tarefa do TCU e da Polícia Federal investiga os gastos bilionários do governo federal com empresas de Tecnologia da Informação. O Dataprev, para tristeza de Canuto, está coalhado de problemas nessa área.
Em 2018, uma reportagem do jornal O Globo mostrou que Brasília abrigava, no coração da capital, 1.105 empresas de TI com contratos no governo federal que, no ano anterior, haviam recebido 3 bilhões de reais.
Considerando a verba investida e o número de empresas “produzindo” na área de TI, Brasília deveria ser o verdadeiro Vale do Silício, a região na Califórnia que reúne centenas de empresas americanas de alta tecnologia. Não é porque uma boa parte dessas empresas é formada por negócios de fachada usados para desviar dinheiro.
Servidores do Dataprev, que conhecem a rotina no local, dizem que Canuto terá de cuidar bem com o que assina nessa temporada no órgão.
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