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Como Bolsonaro vem minando o Alto-Comando do Exército

Silêncio dos generais de quatro estrelas irrita Bolsonaro porque é o sinal maior de que não há apoio, na cúpula militar, ao golpismo palaciano

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jul 2022, 06h01 • Atualizado em 26 jul 2022, 11h52
  • O Alto-Comando do Exército é hoje um território sob ataque de Jair Bolsonaro por não aderir ao seu discurso político.

    Como não consegue cooptar os generais de quatro estrelas, o presidente passou a dar poder a militares de baixa patente e generais da reserva no Planalto. O ato, diz um militar, fere algo sagrado aos generais: a hierarquia.

    “É um problema coronéis e generais da reserva manterem ascendência sobre os da ativa. Ele enfraquece a hierarquia e a disciplina usando canais que não são os de comando e os generais da reserva que estão no governo. Deve-se haver respeito pelos que foram para a reserva, mas não subserviência”, diz um militar.

    O silêncio do Alto-Comando irrita Bolsonaro porque é o sinal maior de que não há apoio, na cúpula militar, ao golpismo palaciano. “O Exército não se envolve em aventuras políticas”, explica um interlocutor dos generais.

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