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Com apoio da ala militar, Bolsonaro vai demitir Mandetta nesta semana

Avaliação no Planalto é de que clima é insustentável; saída do ministro deve ocorrer entre quarta e sexta-feira

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 14 abr 2020, 20h12 - Publicado em 14 abr 2020, 19h59

Com o apoio da ala militar, que já reconhece a incompatibilidade de Jair Bolsonaro com Luiz Henrique Mandetta, o martelo foi batido no Palácio do Planalto. O ministro da Saúde será demitido nesta semana.

A exoneração deve ser anunciada entre esta quarta e a próxima sexta-feira. Em sigilo, o próprio Mandetta e seu time já esperam pelo fim. Seguem trabalhando formalmente, mas já sentindo o cheiro de queimado.

Há pouco, ao falar da situação instalada no palácio, ele voltou a dizer que não pedirá para sair, será, portanto, saído.

O Radar mostrou, nesta terça, que três nomes já estão na mesa de Bolsonaro para substituir Mandetta na Saúde.

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Auxiliar pessoal do presidente nessa cruzada contra as medidas adotadas por Mandetta na guerra ao coronavírus, Osmar Terra ganhou adesões importantes nas últimas horas. Ele conquistou o apoio dos filhos de Bolsonaro, como o Zero Um, Flávio, mas ainda enfrenta resistências na ala militar do governo.

Terra vem ganhando adesões por causa das críticas ao isolamento social implementado por governadores. O ex-ministro da Cidadania é o principal cotado para o cargo de Mandetta no momento.

Secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, é outro que começou a ser lembrado por apoiadores do Planalto depois da entrevista de Mandetta no domingo, como uma saída menos traumática, caso Bolsonaro decida demitir o atual ministro. Seria uma solução “meio termo” na crise.

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Recentemente, um grupo influente de empresários bolsonaristas levou ao presidente o nome de Claudio Lottenberg para o cargo de ministro da Saúde na vaga que mais dia menos dia será aberta com a saída de Luiz Henrique Mandetta.

Presidente do Conselho do Hospital Albert Einstein e tido como um dos líderes da comunidade judaica em São Paulo, Lottenberg é visto com bons olhos pelo empresariado, mas seus laços com João Doria praticamente inviabilizam a indicação.

A informação de que a exoneração de Mandetta já está no forno foi confirmada há pouco, ao Radar, por interlocutores diretos do presidente. Bolsonaro, no entanto, é sempre imprevisível. A conferir.

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