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Collor chama Lula de ‘extremista’, mas já caminhou com o petista

Para Collor, Lula não foi extremista quando o apoiou politicamente

Por Pedro Carvalho 24 jan 2018, 07h35 • Atualizado em 24 jan 2018, 07h35
  • Cheio de pretensões, Fernando Collor, pré-candidato à presidência, não tardou em chamar Lula de “extremista”, como Jair Bolsonaro. O senador quer se vender como uma figura moderada.

    Mas, ainda que tenham tido suas diferenças nas eleições de 1989, o passado recente de Collor depõe contra essa versão moderada que o senador quer pintar.

    Em 2010, o ex-presidente concorreu ao governo de Alagoas surfando na popularidade do petista. Um polêmico jingle de sua campanha dizia o seguinte: “é Lula apoiando Collor, é Collor apoiando Dilma, pelos mais carentes. É Lula apoiando Dilma, é Dilma apoiando Collor, para o bem da nossa gente. É Lula apoiando Dilma, é Dilma apoiando Collor, e os três para o bem da gente”. 

    É verdade que quando os dois estiveram frente a frente em uma eleição presidencial, sobrou baixaria. Mas as coisas parecem ter mudado: em 2009, Lula rasgou elogios ao alagoano.

    Mas como Lula será julgado ainda hoje e a pré-candidatura de Collor mais parece balão de ensaio, talvez eles nem se encontrem em um debate presidencial.

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