CGU diz que Funasa contratou funcionários sem capacidade comprovada
No primeiro ano de Bolsonaro na presidência, órgão descumpriu regras criadas pelo próprio governo que ampliavam exigências para cargos federais
A Funasa, fundação ligada ao Ministério da Saúde, descumpriu decreto editado em 2019 pelo então recém-empossado governo de Jair Bolsonaro que definiu critérios mais rígidos para a contratação de pessoas em cargos em comissão ou funções comissionadas na administração direta federal, em suas autarquias e fundações. É o que diz um relatório divulgado na última sexta-feira pela CGU.
Pelos critérios do decreto 9.727/2019, pessoas contratadas pelo governo precisam ter idoneidade moral e reputação ilibada, perfil profissional ou formação acadêmica compatível com cargo a ser exercido e estar quite com a Lei da Ficha Limpa.
Segundo documento da controladoria, ao longo de 2019, a Funasa, que é alvo constante da cobiça dos políticos por seu orçamento de quase 3 bilhões de reais, contratou para postos de confiança funcionários “para os quais não foram encontradas evidências de atendimento dos critérios de formação acadêmica ou experiência profissional compatíveis com os cargos”.
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