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Por Robson Bonin
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Bolsonaro cortou verbas para controle de armas e munições no país

Apesar da explosão no número de CACs, gestão passada reduziu pela metade investimento em fiscalização do setor

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 9 Maio 2024, 20h20 - Publicado em 3 nov 2023, 10h01

Em 2018, sob Michel Temer, o governo investiu 6,8 milhões de reais no controle de armas e munições. Em 2022, sob Bolsonaro, foram só 3,4 milhões de reais. 

A verba serve para comprar viaturas para vistorias e apreensões, prensas hidráulicas para destruir armas, deflagradoras de munições, computadores e equipamentos de vigilância.

Os dados abertos pelo Exército ao TCU mostram que o investimento caiu, mas o número de pessoas armadas explodiu. Só em 2022, a instituição disse ter analisado 785.802 pedidos de registro de CACs. E aprovado 91% deles.

As informações são de gestões passadas, mas nada mudou na atual gestão de Lula. A fiscalização fictícia de armas segue.

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Procurado pelo Radar, o Exército afirmou que, além dos investimentos, o Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados (SisFPC) também recebe recursos de custeio.

“É importante ressaltar que o somatório dos recursos destinados ao SisFPC nos anos de 2018 e de 2022 foram de, aproximadamente, 20 milhões de reais”, disse a instituição. “Dessa forma, os recursos orçamentários empregados em investimento no ano de 2022 não impactaram a capacidade fiscalizatória do Exército Brasileiro, visto que atenderam integralmente às necessidades no período.”

“A prova da assertiva supramencionada confirma-se por meio da quantidade de caçadores, atiradores desportivos, colecionadores e entidades de tiro fiscalizadas: aproximadamente 12.000 no ano de 2018 e mais de 23.000 no ano de 2022”, acrescentou.

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