Arapongagem contra políticos
A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar casos de arapongagem que vieram à tona durante a operação Monte Carlo, quando e-mails, mensagens de celular e quebras de sigilo telefônico contra políticos foram descobertas. Entre os alvos estavam Blairo Maggi, Carlos Alberto Leréia e Demóstenes Torres. Também foi verificada a interceptação de mensagens de jornalistas […]
A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar casos de arapongagem que vieram à tona durante a operação Monte Carlo, quando e-mails, mensagens de celular e quebras de sigilo telefônico contra políticos foram descobertas.
Entre os alvos estavam Blairo Maggi, Carlos Alberto Leréia e Demóstenes Torres. Também foi verificada a interceptação de mensagens de jornalistas e uma tentativa de obter dados sigilosos de Dilma Rousseff.
De acordo com informações preliminares, os arapongas investigados diziam prestar serviços para o bicheiro Carlinhos Cachoeira e tinham como ponte o sargento da reserva da Aeronáutica Idalberto Matias, o Dadá, que foi flagrado em grampos da Monte Carlo negociando informações de interesse do governo do Distrito Federal.
Em julho, Miro Teixeira juntou todo o material sobre arapongagem e o enviou às autoridades.

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