Advogados de Paulo Preto acusam MPF de barrar acesso a dados
E pedem extensão de prazo para apresentar defesa
Os advogados do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, enviaram ao juiz Luiz Antônio Bonat um pedido para que o prazo de entrega de sua defesa inicial, marcado para o próximo dia 15, seja estendido.
Esse caso diz respeito a esquemas de corrupção na Petrobras, envolvendo as construtoras Odebrecht e UTC. O MPF afirma que ao menos R$ 100 milhões teriam sido desviados.
Segundo os advogados, o MPF vem, sistematicamente, dificultando o acesso aos dados da denúncia. Dizem ainda que o prazo dado para formulação, de 10 dias, é insuficiente.
“No mesmo dia 05.04.2019, fora tentado acesso às mídias, entretanto, percebeu-se que as mesmas encontravam-se criptografadas e necessitavam de uma senha não fornecida pelo Parquet. Prontamente, entrou-se em contato com a Vara deste Juízo que atuou com eficiência solicitando, já no mesmo dia, que o MPF disponibilizasse a senha. Contudo, mesmo com ciência da urgência do pedido, o ente ministerial apenas disponibilizou as senhas na tarde da segunda-feira (08.04)”, escreveram os advogados.
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