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A versão do deputado gaúcho sobre propinas em emendas alvo da PF

Afonso Motta confirma que fez a indicação dos repasses para hospital no Rio Grande do Sul, mas nega qualquer relação com intermediários remunerados

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 13 fev 2025, 19h48 - Publicado em 13 fev 2025, 19h25

O deputado Afonso Motta (PDT-RS) confirmou ter indicado para o Hospital Ana Nery, em Santa Cruz do Sul, as emendas parlamentares que foram alvo de operação da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, mas disse que nunca teve nenhuma relação com intermediários que cobrassem remuneração dos destinatários da verba.

“Sempre com muita consideração e sabendo da necessidade desses hospitais, fizemos a indicação dessas emendas. Não tinha conhecimento da existência (de um contrato estipulando comissão de 6% do dinheiro para os intermediários)”, disse.

O gaúcho deu as declarações à imprensa depois de uma conversa reservada com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Afonso Motta estava no Rio Grande do Sul quando soube da operação e embarcou imediatamente para Brasília.

Seu secretário parlamentar, Lino Furtado, é investigado por suspeita de participar no esquema. O apartamento funcional de Afonso Motta foi alvo de busca e apreensão porque, como disse o próprio deputado, Furtado mora no imóvel com ele.

Agentes da PF apreenderam somente o celular do secretário parlamentar, afirmou o deputado gaúcho. “Provavelmente vou demiti-lo”, declarou Afonso Motta. Ele espera que Furtado deixe o apartamento funcional até esta sexta-feira.

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Segundo o autor das emendas investigadas pela PF, Hugo Motta prestou “solidariedade” e manifestou estar “junto” com o colega, esperando que as investigações sejam concluídas e tenham “bom resultado”.

Acompanharam a conversa o advogado-geral da Câmara, Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva, e o diretor do Departamento de Polícia Legislativa (Depol), Paul Pierre Deeter.

“Estou preocupado e sensibilizado pelo fato de que é inadmissível uma circunstância como essa, que, de certa forma, atinge meu mandato”, afirmou Afonso Motta.

“Muito mais que uma questão pessoal é o mandato, que fica limitado, recebe censura, crítica, e isso é muito importante para quem está aqui por princípio, por idealismo, por acreditar no processo do Parlamento”, acrescentou.

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