A PEC que assombra
Os líderes da base aliada do Congresso têm duas certezas: o Palácio do Planalto está conduzindo mal a tramitação da PEC dos Magistrados e o caldo está às vésperas de entornar. Representantes da tropa de choque do governo já avisaram que não conseguirão segurar a votação do projeto por muito tempo e pediram à turma […]
Os líderes da base aliada do Congresso têm duas certezas: o Palácio do Planalto está conduzindo mal a tramitação da PEC dos Magistrados e o caldo está às vésperas de entornar.
Representantes da tropa de choque do governo já avisaram que não conseguirão segurar a votação do projeto por muito tempo e pediram à turma de Dilma Rousseff para chamar a categoria num canto e ouvir, ou seja, reabrir negociação para estancar o assunto no Legislativo.
Os líderes alertam: com o poder de lobby do Judiciário, não convém deixar o pepino apenas nos gabinetes do Parlamento. Seria preciso o executivo agir o quanto antes. O recado já chegou a Aloizio Mercadante e Ricardo Berzoini. E até agora, nada…
A base tem como fatura liquidada: quando a PEC sair da Comissão de Constituição e Justiça e voltar ao plenário, não haverá como conter os danos.
A PEC significa um acréscimo de 3 bilhões de reais ao ano ao caixa do Tesouro. Se for retroativa, essa fatura decuplica. Sua aprovação será um desaste para as contas públicas.

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