Hora de virar estátua
Sem a vida animada de receber as delegações na Vila dos Atletas, os artistas procuram outras ocupações
No dia 5 de agosto, a cerimônia de abertura da Olimpíada anunciou o início dos jogos. Foi a senha para que os sessenta bailarinos e atores contratados para recepcionar as delegações na Vila dos Atletas saíssem de cena depois de 54 apresentações para 207 delegações. Frederico Araújo, de 29 anos, que foi um pajé que saudava em inglês cada nacionalidade, ajudou na cerimônia de hasteamento das bandeiras e ainda dançou na Vila. No fim, precisou de sessões de fisioterapia para se recuperar da maratona.
O dia do grupo começava às 7 da manhã e ia até as 9 da noite, numa rotina puxada que incluiu ver de perto príncipes e princesas e grandes atletas. Na recepção da Nova Zelândia, Frederico conta que levou um susto quando os jogadores de rúgbi gritaram e bateram o pé na tradicional haka, uma dança maori meio apavorante. Missão cumprida, agora ele volta à sua ocupação normal: estátua viva na Praça Mauá e nos arredores do Maracanã. “Vida de artista é assim. Um dia é glorioso. No outro, estamos passando o chapéu na rua”, conforma-se, enquanto aguarda a reestreia nos Jogos Paraolímpicos.
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