Se o presidente da República é capaz de dizer: “Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu”, por que o general Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, não seria capaz de ignorar um pedido para que se manifeste sobre o interesse na importação de seringas descartáveis da China?
Desde 23 de junho passado que o Ministério da Economia espera uma resposta ao ofício que enviou sobre o assunto ao secretário-executivo do Ministério da Saúde, o coronel Élcio Franco. Franco anda muito ocupado em atacar João Doria (PSDB), governador de São Paulo, e com pouco tempo para se debruçar sobre ofícios.
Ainda está em aberto um processo de compra de seringas e agulhas pelo Ministério da Saúde. O plano nacional entregue no último sábado ao Supremo Tribunal Federal cita a previsão de compra de 300 milhões de seringas e agulhas. O custo é de R$ 62 milhões, mas não especifica quando, como e de quem adquirirá o material.
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