Admitir de público, quem dentro do governo o faria? Se o fizesse poderia piorar a situação. Mas de outra coisa não se falava, ontem à tarde, em gabinetes próximos ao do presidente Jair Bolsonaro e em outros em ministérios ligados diretamente ao assunto.
Acumulam-se evidências, indicações e sinais de que a economia não decolará tão certo, antes pelo contrário. O que mais preocupa no momento:
+ a fuga de investimentos estrangeiros da Bolsa de Valores (B3) estimada em quase 20 bilhões de reais de janeiro até a semana passada; no mercado à vista, no mesmo período, foram R$ 9,6 bilhões;
+ A Rússia começou a produzir soja em larga escala e a China, em guerra comercial com os Estados Unidos, a comprá-la; isso significa que comprará menos do Brasil;
+ O crescimento do PIB brasileiro no próximo trimestre será abaixo do esperado; e a projeção de crescimento para o trimestre seguinte não é nada boa;
Enquanto isso… Cerca de 50 milhões de brasileiros, segundo cálculos do professor José Pastore, estão desempregados e na informalidade sem nenhum tipo de proteção social. É nitroglicerina pura.
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