Ao fazer o balanço do primeiro ano de sua administração, o beato Marcelo Crivella, devoto extremado do bispo Edir Macedo da Igreja Universal, agradeceu a Deus o fato de ser prefeito do Rio de Janeiro. E perguntou, contrito e humilde, por que foi capaz de merecer tamanha bondade.
A bondade foi dos cariocas, não de Deus que concedeu aos homens o direito ao livre arbítrio e prefere observar tudo à distância segura. Crivella é prefeito por obra, graça e equívoco do povo da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Após ser cassado e preso, ex-deputado Eduardo Cunha tenta voltar à Câmara
Autoridade aérea dos EUA alerta para possível ‘atividade militar’ no México e América Central
Corinthians x São Paulo no Paulistão: onde assistir, horário e escalações
A reação de auditores da Receita ao novo inquérito de Moraes sobre violação do sigilo de ministros
O estranho comportamento de Lula quando o assunto é a disputa eleitoral







