Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Resoluções Ano Novo: VEJA por apenas 5,99
Imagem Blog

Noblat

Por Coluna Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
O primeiro blog brasileiro com notícias e comentários diários sobre o que acontece na política. No ar desde 2004. Por Ricardo Noblat. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

As retroescavadeiras da oposição

Bolsonaro até aqui não foi atingido em sua popularidade

Por Ruy Fabiano
22 fev 2020, 14h56 •
  • O impeachment de Bolsonaro começou a ser engendrado antes mesmo de sua posse. O inconformismo da oposição com a derrota (sobretudo a oposição de esquerda, nos seus diversos matizes) ainda não cessou – e não há sinais de que venha a cessar.

    A estratégia, no entanto, não está funcionando. Muito pelo contrário: ao considerar tudo o que vem do governo como erro – e, em alguns casos, até como crime -, a oposição acaba colhendo efeito inverso: o que é erro de fato, passível de crítica rigorosa e consistente, dilui-se no cipoal de acusações levianas.

    Se tudo está errado, como diz a oposição (e parte da mídia que a chancela), por que os índices da economia melhoraram? Idem os que medem a criminalidade e o desemprego?

    É claro que algo não bate. Quando não há razoabilidade no combate, os resultados são adversos. Tancredo Neves dizia que não se faz política com o fígado; quando o fígado comanda, o cérebro perde potência. Isso explica o insucesso da oposição, nestes umano e três meses de governo Bolsonaro.

    Nenhuma acusação pegou, idem astentativas de escândalo e criminalização do governo. A veemência banalizou-se, tornou-se coreografia vazia. Impeachment é a palavra de ordem, mas, sem povo nas ruas, não acontece.

    Continua após a publicidade

    O PT, que, desde o governo Sarney, pediu o impeachment de todos os presidentes, devia saber disso. Os únicos que deram certo foram os de Collor e Dilma, pois, para além dos delitos de que foram acusados, tiveram contra si a opinião pública.

    Bolsonaro até aqui não foi atingido em sua popularidade. As investidas de seus opositores– e não apenas no Congresso, mas também no STF – só consolidam o seu prestígio popular.

    As habituais acusações de fascista, nazista, homofóbico, racista, entre outras,carecem de fatos concretos.

    Continua após a publicidade

    Sem eles, não passam de insultos. Até aqui nenhum ato discricionário foi praticado. O governo Bolsonaro tem sido o mais pressionado pelos outros dois poderes. Até nomeação para o terceiro escalão, tentou-se impedir, via Judiciário. No entanto, não perseguiu ninguém, nem investiu contra a democracia, ao contrário de Lula, que, dias atrás, voltou a lamentar não ter feito a regulação da mídia.

    Às facções da esquerda, somou-se contra o governo a mais retrógrada e fisiológica porção do Congresso, o Centrão. Contrariado por não encontrar ressonância no Executivo a seus pleitos (cargos, favores, barganhas), aqueles parlamentares – muitos dos quais eleitos na onda Bolsonaro – aliaram-se ao PT e adjacências no combate ao governo. Não estão acostumados com a austeridade.

    Do Centrão, fazem parte os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, neste momento empenhados em implantar, sem qualquer respaldo legal, uma espécie de parlamentarismo branco, que usurpe poderes do Executivo e imponha a ingovernabilidade ao presidente da República.

    Continua após a publicidade

    Foi contra isso que o general Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, se insurgiu esta semana.

    O palavrão que proferiu, em conversa privada que vazou, é quase uma expressão infantil diante do que a sociedade tem dito em relação ao Congresso. Por essa via, de trocar oposição por demolição, os adversários do governo apenas põem em prática a tática Cid Gomes: abdicar do racional e empunharretroescavadeiras.

     

    Publicidade
    TAGS:

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.