“Entretanto, aproxima-se o final do exercício financeiro, sem que a Câmara dos Deputados forneça as informações imprescindíveis, insistindo em interpretações incompatíveis com os princípios constitucionais da transparência e da rastreabilidade, imperativos para a regular aplicação de recursos públicos” (Flávio Dino, ministro do Supremo Tribunal Federal, dobrando a aposta em réplica à Câmara sobre as emendas parlamentares. O magistrado afirmou que faltaram informações essenciais na resposta enviada nesta sexta, 27)





