“[As plataformas] têm total condição na utilização de inteligência artificial dos algoritmos, de controlar o que é uma ofensa racista, o que é uma ofensa nazista, o que é um ato antidemocrático a partir das elementares do tipo, do crime previsto, então elas têm total condição. O que elas não têm é boa vontade. E por quê? Porque elas lucram com isso. É um modelo de negócio. É um modelo de negócio perverso, onde o ódio proliferado dá muito dinheiro” (Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, em discordância feita por ele e Luís Fux em relação ao voto do presidente da corte, Luís Roberto Barroso, no caso que julga a responsabilização das redes sociais por conteúdos criminosos)
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