“Não tenho como adivinhar se um sócio é traficante ou estuprador. Não sou Deus, não tenho onisciência” (Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus, explicando a sociedade que teve com um “golpista”. Conselheiro íntimo do presidente Jair Bolsonaro, o líder evangélico chegou a ter uma empresa com Francis da Silva, que promovia o “aluguel” de criptomoedas e é investigado pela Polícia Federal por crime contra o sistema financeiro. O “Sheik”, como Francis é conhecido, causou prejuízo de mais de R$ 1 milhão a Sasha Meneghel)
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