“Não é fácil acordar de manhã, como aconteceu um ano atrás, e ver a sua filha de cinco anos ser ameaçada de estupro. Qualquer pessoa na minha condição cogitaria [se exilar do país]” (Manuela D’ávila, ex-deputada, em entrevista à Folha. A líder do Partido Comunista afirmou que a violência política no Brasil e a desunião da esquerda no Rio Grande do Sul foram os dois fatores que a fizeram desistir de concorrer a um cargo neste ano. “Levo a sério as ameaças que sofro”)
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