“Somente os ditadores temem o povo armado. Eu quero que todo cidadão de bem possua sua arma de fogo para resistir, se for o caso, à tentação de um ditador de plantão” (Jair Bolsonaro, presidente da República, durante agenda em Maringá, que mais parecia um evento de campanha. A declaração é semelhante à do líder fascista italiano Benito Mussolini no século passado e veio acompanhado da grave insinuação de um conflito civil no país. É que Bolsonaro chegou a dizer o absurdo de que o armamento civil pode ser um reforço contra “ameaça interna de comunização”, citando a Venezuela como exemplo. A gravidada da fala é ainda maior porque o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, general da ativa do Exército, estava presente no evento, que claramente ganhou ares de ato partidário)
Trump desafia médicos, minimiza sinais da idade e transforma sua saúde em questão política
Mega da Virada: de onde saíram os seis bilhetes vencedores, incluindo as apostas via internet
Ex-mulher de Roberto Carlos defende cantor após críticas
Estados Unidos atacam a Venezuela, e Trump afirma que Maduro foi capturado
Com aposta em ’13’ e ’22’, Bolsonaro e irmão acertam na quadra da Mega da Virada







