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Matheus Leitão

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Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog
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A nova desfaçatez de Sergio Moro contra Lula

Ou... Por que o presidente deveria ignorar o ex-juiz da Lava-Jato

Por Matheus Leitão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 27 abr 2023, 15h40 - Publicado em 26 abr 2023, 18h48

Em excelente Amarelas on Air, programa de entrevistas de VEJA que está mostrando fraturas expostas na política e na magistratura em sua terceira temporada, Sergio Moro perguntou a Lula: “Cadê a decência presidencial?”.

O presidente da República não deveria responder. 

Ignorar o senador meio bolsonarista, que não teve a compreensão do cargo que ocupou no Paraná, é o melhor remédio.

Sergio Moro se referia às declarações de Lula sobre o violento plano do PCC contra ele, desbaratado pela Polícia Federal.

As frases do presidente à época foram infelizes e repudiadas neste espaço. Agora, o presidente não deveria deixar que a história ganhe novos contornos.

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Lula errou, deu palco para malandro, mas Sergio Moro não tem moral alguma para cobrar isso de Lula. Alguém que fez parte do governo Jair Bolsonaro tem moral para citar essa palavra? 

Ocorre que o caso de Moro é pior, ou muito pior.

Um juiz federal de primeira instância que muda o curso de uma eleição – ou seja, da história do país – prendendo o primeiro colocado nas pesquisas e indo trabalhar para o segundo quando ele vence, não merece respeito.

Considerado parcial pelos seus próprios colegas de toga – para a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal, ele não deveria nem entrar no jogo político. Até porque já fazia isso num cargo público que deveria ser apolítico.

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Mas a entrevista ainda tem um momento mais espantoso.

O senador teve a coragem de citar Joseph McCarthy, um ex-juiz – vejam vocês – que ficou conhecido por suas atividades governamentais antidemocráticas e anticomunistas.

A desfaçatez é se comparar a alguém que combateu o “marcatismo”. O correto seria admitir que, 70 anos depois, ajudou a acontecer algo semelhante no Brasil com sua perseguição a Lula e aliança com Jair Bolsonaro.

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