O presidente Lula pediu, nesta quarta, 9, mais integração dentro da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). Fez bem. Hoje o Brasil tem mais comércio com países da região do que com os Estados Unidos, por exemplo.
Em tempos de tarifaço e guerra comercial de proporções impensáveis até início do segundo mandato de Donald Trump, é uma alternativa importante colocada à mesa. Em outras regiões está havendo o mesmo movimento de adensar o comércio local.
Mas nem tudo é positivo no encontro da Celac. A declaração da reunião com criticas às tarifas altas do presidente dos Estados Unidos teve dissidentes.Curiosamente, são países opostos no campo ideológico: a Nicarágua, a ditadura que se diz de esquerda, e a Argentina, liderada pela extrema direita.
O Paraguai também ficou contra, mas entrou em outro “combo” que não vem ao caso.
Em meio ao caos instalado no mundo, com as bolsas vivendo um sobe desce que mais parece montanha russa, Trump finalmente recuou. Isso para a sorte dos outros países da Celac que não concordam com a metralhadora tarifária do presidente dos Estados Unidos.
Jornais como o The New York Times apontam que Trump estava pressionado pelos grandes empresários das big techs que estão perdendo muito dinheiro. Eles não conseguem produzir sem comércio com a China.
O recuo é temporário e o que está valendo são as sobretaxas de 10% contra o mundo todo. Ou seja, além das tarifas que já eram pagas ainda tem esses dez por cento. A esperança é que o recuo em relação aos outros países seja uma sinalização também em relação ao país asiático.
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