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Marcela Rahal

Por Marcela Rahal Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Jornalista, já atuou em diversos veículos como repórter, editora e âncora de telejornais. Sempre cobrindo hardnews, nas editorias de política, economia e cidades. Blog de informação e análise do cenário político nacional.

Como Haddad acompanha memes do “Taxad”

Ministro da Fazenda tem sido alvo de postagens nas redes sociais que criticam uma suposta criação de impostos

Por Marcela Rahal Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 jul 2024, 12h29 • Atualizado em 17 jul 2024, 12h38
  • O ministro da Fazenda entrou nos trending topics do X, que são os assuntos mais comentados da rede social, nesta terça-feira, 16, protagonizando uma série de memes apelidados de “Taxad” criticando Fernando Haddad por supostas propostas de criação de impostos. Imagens humorísticas associam o ex-prefeito de São Paulo a, por exemplo, chamada “taxa das blusinhas”, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula, que aumenta para 20% os impostos em compras de sites internacionais até 50 dólares. Vale lembrar que a proposta foi do Legislativo.

    O fato tem sido visto até com “bom humor”, segundo interlocutores do ministério, mas que veem com estranheza a suposta criação dessa onda de memes na internet, – parece até “coisa encomendada” o surgimento da quantidade expressiva de posts.

    O movimento começou há alguns dias e foi reforçado pela oposição, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Na postagem publicada na semana passada, o parlamentar diz: “O céu é o limite para Taxxad!* Se ele criar mais um imposto, vamos mudar o nome do Brasil para Taxxadiqstão, em homenagem a essa lenda da carga tributária”.

    A Fazenda vê, no entanto, que a política adotada até aqui contradiz de forma muito consistente qualquer crítica nesse sentido. Como exemplo, citam: tributação de offshores e fundos exclusivos, cashback para os mais pobres na reforma tributária, Carf, política de valorização do salário mínimo, isenção de IR para quem ganha até dois salários mínimos, ampliação do Bolsa-família, etc.

    Ao mesmo tempo, outro movimento chamado “Haddad é outro nível” repercutiu nas redes sociais, elogiando o trabalho do ministro em relação aos mais pobres.

    O fato é que a gente já viu essa história acontecer no PT quando a ex-prefeita Marta Suplicy foi apelidada de “Martaxa”, por adversários na campanha de 2004, pela criação das taxas de luz e lixo. A pecha pegou e pesou na sua derrota à reeleição na capital paulista. Se o Palácio do Planalto não se defender nas redes sociais para estancar a sátira expondo Haddad ao personagem taxador de impostos, o apelido pode pegar, não só para o ministro, mas para todo o governo.

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