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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Tarcísio de Freitas promove coronéis ‘linha-dura’ para chefias da PM

Comandantes classificados como "moderados" são rebaixados em trocas feitas em mais da metade dos cargos do alto escalão

Por Adriana Ferraz, Isabella Alonso Panho Atualizado em 9 Maio 2024, 10h06 - Publicado em 22 fev 2024, 13h54

Autorizada nesta quarta, 21, pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), a troca do subcomandante da Polícia Militar de São Paulo, José Alexander de Albuquerque Freixo, e de 34 dos 64 coronéis da corporação de uma só vez muda de forma radical o perfil da chefia da corporação. Saem os moderados e entram comandantes classificados como “linha-dura”, parte deles com passagens pela Rota e outras tropas de choque.

O substituto de Freixo é exemplo do que busca o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, com as mudanças. José Augusto Coutinho é ex-comandante da Rota, a tropa de elite da PM, grupo do qual também fez parte o atual secretário. E não é só ele. Ao menos outros três coronéis promovidos também passaram pelo mesmo batalhão: Fábio Sérgio do Amaral, Valmor Saraiva Racorti e Epaminondas Gentil de Carvalho Júnior.

Amaral vai comandar a Corregedoria da PM no momento em que a corporação realiza uma operação bastante questionada na Baixada Santista, com 31 mortos em menos de 20 dias. No ano passado, ação semelhante deixou 28 mortos. Ambas foram desencadeadas, segundo a SSP, após o registro de assassinatos de policiais por grupos criminosos. Já Racorti assumirá a CPChoq – unidade responsável pela Rota.

Freixo, por sua vez, sai da linha de frente e atuará agora na Escola Superior de Sargentos. Ele era o número dois da PM desde janeiro de 2023. Já o comandante-geral, Cássio Araújo de Freitas, segue no cargo, tendo de lidar com o descontentamento dos que foram rebaixados. De acordo com um ex-comandante ouvido por VEJA, as modificações chamaram atenção pela surpresa e pelo volume, já que atingiram mais da metade dos postos de chefia.

Aliados de Derrite defendem a ação e afirmam que as trocas têm por objetivo “colocar na linha de frente quem resolve”, tendo em vista o avanço do crime organizado.  Tarcísio ainda não se manifestou sobre as trocas na PM. Ele e Derrite têm reunião marcada para hoje (quinta, 22).

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